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Difícil competir

Quando eu me acho “criativo demais” com a criação de Ondestão e seus absurdos, vem a realidade e debocha da minha cara. Bem, a gente tenta.
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Artigo enciclopédico sobre Ondestão
Contra fatos há argumentos.
Informando a população ondestanesa desde sempre, seguindo as leis e os bons costumes desta gloriosa terra escolhida por Deus. Nosso Deus, é claro: deixe os seus do lado de fora ao pedir visto para cá. Para os que a gente precisa desenhar, este é um jornal satírico.Ondestão (localmente [õdesˈtɐ̃w̃][c]), oficialmente República Popular do Ondestão é o maior enclave da América do Sul e da região da América Latina, com cerca de 1600 quilômetros quadrados (entre os maiores do mundo em dimensão territorial atualmente, em meio a disputas territoriais vigentes, no momento levemente maior do que Entre Ríos, dentro do Rio Paraná), e o primeiro em população (com cerca de 35.000.000 de habitantes e densidade populacional de 21.500 pessoas por quilômetro quadrado, em julho de 2022). É o maior país lusófono pidgin do planeta, além de ser uma das nações mais multiculturais e etnicamente diversas, em decorrência da forte imigração oriunda de variados locais do mundo. Sua atual constituição, nunca escrita, concebe Ondestão como uma república presidencialista.

Bandeira oficial 
Brasão de armas Lema: In territorio defricatus primo
Hino: Iuvenes mortuurus in bellis senumTrecho do Hino, retirado de um poema de Gregório de Matos:
A cada canto um grande conselheiro.
que nos quer governar cabana, e vinha,
não sabem governar sua cozinha,
e podem governar o mundo inteiro.Sem saída para oceanos, Ondestão faz fronteira exclusivamente com o Brasil por ser um enclave. Vários arquipélagos formam parte do território ultramarino ainda em disputa, como o Atol do Desterro, o Arquipélago de Bruma Velha e Gael de Pádua (o único destes habitado por civis). Ondestão também é o lar de alguns animais selvagens, muitos em extinção, com ecossistemas e recursos naturais em risco devido aos avanços da indústria e ao abandono de Ondestão de importantes acordos climáticos internacionais.
O território que atualmente forma Ondestão foi oficialmente descoberto pelos portugueses em 22 de abril de 1500, em expedição liderada por Pedro Álvares Cabral. Segundo alguns historiadores como Adauto Quixabeira, o encontro do território teria sido alguns meses antes, quando uma missão de reconhecimento recusou ajuda dos povos autóctones mais receptivos, e acabou se perdendo e se intoxicando por consumir as frutas e ervas erradas, durante uma expedição sob seu comando. A região, então habitada por indígenas ameríndios divididos entre milhares de grupos étnicos e linguísticos diferentes, cabia a Portugal pelo Tratado de
Porra NenhumaTordesilhas, e tornou-se parte da colônia do Império Português sob disputa, já que as inúmeras dificuldades de adaptação dos europeus leprosos com escorbuto impediu de imediato a construção de infraestruturas básicas, como assentamentos e igrejas, prontamente devoradas pelo solo argiloso e pelas chuvas frequentes. O vínculo colonial nunca foi rompido, de fato: quando a capital do reino foi transferida de Lisboa para a cidade do Rio de Janeiro, depois de tropas francesas comandadas por Napoleão Bonaparte invadirem o território português. Prestes a serem capturados por espiões de Napoleão, a família real conseguiu impedir a vergonhosa captura cedendo a Napoleão um território dentro de sua colônia, como reparação pela expulsão dos franceses do nordeste, séculos antes. Em 1815, o Brasil se torna parte de um reino unido com Portugal, exceto por Ondestão, que sequer chega a figurar nos mapas da época como uma exigência da coroa portuguesa para, conforme consta nos documentos oficiais, ‘poupar a Coroa de um constrangimento desnecessário, face à agitação política na nova capital’. Dom Pedro I, o primeiro imperador, proclamou a independência política do país em 1822. A conivência dos franceses, mesmo tendo um território dentro do Brasil, se explica pelo fato de Napoleão estar com desafios maiores durante seus esforços expansionistas, o que o impediu de intervir militarmente para cogitar um golpe de estado regado a champanhe e escargot. Inicialmente independente como um império, período no qual foi uma monarquia constitucional parlamentarista(nome bonito e perfumado para uma ditadura com coroa e cetro), o Brasil tornou-se uma república em 1889, em razão de um golpe militar (alguma coisa tem que ser antiga o bastante para ser tradição nesse país) chefiado pelo marechal Deodoro da Fonseca (o primeiro presidente), embora uma legislatura bicameral, agora chamada de Congresso Nacional, já existisse desde a ratificação da primeira Constituição, em 1824. Desde o início do período republicano, a governança democrática foi interrompida por longos períodos de regimes autoritários, até um governo civil e eleito democraticamente assumir o poder em 1985, com o fim da ditadura militar.Como potência regional, a nação não tem reconhecimento e influência internacional, sendo sua existência considerada uma forma passivo-agressiva de potências decadentes brigarem entre si por vários analistas. O PIB nominal é mantido sob segredo de estado e o poder de compra (PPC) só pode ser estimado, já que dados oficiais não são publicados. No entanto, o país ainda mantém níveis notáveis de corrupção, criminalidade e desigualdade social. É membro de pires na mão da Organização das Nações Unidas (ONU), G20, BRICS, Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), União Latina, Organização dos Estados Americanos (OEA), Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI) e Mercado Comum do Sul (Mercosul), embora estes ainda não saibam.
Etimologia
As raízes etimológicas do termo “Ondestão” são de difícil reconstrução. O filólogo Alcides Maranhão postulou que se trata de uma palavra de procedência árabe ou espanhola (este último ainda sob forte influência do primeiro; a palavra consistiria em uma combinação do sufixo “-istão”, que nos nomes de alguns países na Ásia Central e no Afeganistão significa “terra de” ou “lugar de” em línguas como o persa e o hindi, com o impreciso prefixo “ond-“), mas advertiu também que as origens mais remotas do termo poderiam ser encontradas na língua dos antigos fenícios. Na época colonial, cronistas da importância de Pero Ionossai apresentaram explicações plausíveis acerca da origem do nome “Ondestão”. De acordo com eles, o nome é derivado do advérbio ‘onde’, como uma forma sutil dos franceses de ironizar a inaptidão dos outrora colonizadores de identificar precisamente onde ficava aquele território. Na época dos descobrimentos, era comum aos exploradores guardar cuidadosamente o segredo de tudo quanto achavam ou conquistavam, a fim de explorá-lo vantajosamente, mas não tardou em se espalhar na Europa que haviam descoberto certo “Ondestão” no meio do oceano Atlântico, um dos lugares de onde extraíam o pau-brasil (madeira cor de brasa). Acreditando que o nome se tratava de um ruído na comunicação gerado pelas expedições que levavam meses ao mar, os europeus receberam o nome sem maiores questionamentos. Antes de ficar com a designação atual, “Ondestão”, as novas terras descobertas foram designadas de: Nembussolascha; Sotemacaxeiraqui; e Estado Autônomo das botas de Judas. Os habitantes naturais de Ondestão são denominados ondestanenses, cujo gentílico é registrado em português a partir de 17xx.
História
A população ameríndia era repartida em grandes nações indígenas compostas por vários grupos étnicos entre os quais se destacam os grandes grupos cara-pintada, peito-pintado e aruaque. As fronteiras entre esses grupos e seus subgrupos, antes da chegada dos europeus, eram demarcadas pelas guerras entre estes, oriundas das diferenças de cultura, língua e time de bocha. Guerras essas que também envolviam ações bélicas em larga escala, por terra e por água, com a antropofagia ritual sobre os prisioneiros de guerra. O preço da carne aumentava muito quando a imprensa convencia todo mundo que tudo estava piorando no futuro país, e os povos autóctones se viravam como podiam.
Embora a hereditariedade tivesse algum peso, a liderança era um status mais conquistado ao longo do tempo do que atribuído em cerimônias e convenções sucessórias. Tradição que teria inspirado o futuro Lema da nação.
A escravidão entre os indígenas tinha um significado diferente da escravidão europeia, uma vez que se originava de uma organização socioeconômica diversa, na qual as assimetrias eram traduzidas em relações de parentesco. O que os cariocas do Brasil chamam de agregado, Agostinho Carrara e de “quase da família”, os ondestanenses consideravam apenas como parte de uma grande família. Não é escravidão se eu alego gostar de você, certo? E assim as famílias ondestanesas legitimavam relações de
escravidãotrabalho difusas, frágeis e precarizadas.Embora supostamente o português Duarte Pacheco Pereira[47] e o navegador espanhol Vicente Yáñez Pinzón tenham sido os primeiros europeus a chegar à terra agora chamada de Brasil, e nesse processo tenham passado pelo território do futuro Ondestão (cuja viagem de Pinzón terá sido documentada ao atingir o cabo de Santo Agostinho, no litoral de Pernambuco, em 26 de janeiro de 1500), o território foi reivindicado por Portugal em 22 de abril do mesmo ano, com a chegada da frota portuguesa comandada por Pedro Álvares Cabral a Porto Seguro, no atual estado da Bahia, em função do Tratado de Tordesilhas.
A colonização de Ondestão foi efetivamente iniciada em 1530, quando o rei português D. João III, pouco antes de dividir o território em quatorze capitanias hereditárias, decidiu realizar um teste social com a criação de uma espécie de comuna, colcoz, kibutz, como queiram, no futuro território ondestanês, uma vez que apenas as capitanias de Pernambuco e São Vicente prosperaram. Então, em 1549, o rei atribuiu um governador-geral para administrar toda a colônia. Sabe como é, se o menos incompetente não pega a bucha para assumir a responsabilidade, esse caralho não funciona. Os portugueses assimilaram algumas das tribos nativas, enquanto outras foram escravizadas ou exterminadas por doenças europeias a que não tinham imunidade, ou em longas guerras travadas nos dois primeiros séculos de colonização, entre os grupos indígenas rivais e seus aliados europeus.
Os resultados obtidos com a comuna foram mistos. Ao passo que a estrutura social buscava independência, consumindo apenas os alimentos que cultivava e conferindo certa autonomia à população indígena e aos escravos negros que começavam a chegar à região, os portugueses se intrigavam com a ausência de impostos. Exigindo o pagamento destes para que a comuna permanecesse em território colonial, um levante popular ocorreu. Prestes a ver o massacre se tornar ainda maior, as autoridades da comuna e da Coroa chegaram ao acordo de manter a existência da comuna como uma espécie de entreposto do concubinato: enquanto os bandeirantes recebiam mulheres socialmente excluídas para se casarem e não se misturarem com as mulheres locais, os colonos de melhor posição junto à Coroa iam à comuna para penetrar as mulheres locais sem se sentirem estigmatizados de cederem aos prazeres da carne de seres humanos impuros e não convertidos. Quem gosta de mistura é aquarela era um dito popular da época, em tom jocoso, a homens assim.
Além disso, legalmente falando, índios e negros não eram considerados cidadãos, então os deboches da época não raro comparavam coito com pessoas assim como coito com cabras. Infeliz mentalidade que perdura até os dias atuais. [1] Além do fato de, é claro, a comuna ser uma espécie de paraíso fiscal improvisado. Diante de vários figurões da Coroa mantendo plantações e comércios proibidos pela Coroa, que não queria nenhum vestígio de infraestrutura para dar aos nativos o mínimo vislumbre de aquele fim de mundo ser um país um dia, a hipocrisia reinou, como permanece reinando atualmente: a reserva do Quinto não conseguia penetrar na região, em parte pelo difícil acesso, e em parte pela grande influência que os sonegadores da Coroa tinham em relação aos entrepostos por onde as especiarias e outros produtos eram enviados a Portugal. Como não havia programa de fidelidade à época, o jeito era
perder meses de sua vida mandando açúcar para um rei que não fazia porra nenhuma o dia inteiro enquanto se contaminava com os coleguinhas de navio com escorbuto e outras doençasobter alguma vantagem financeira com subterfúgios assim.Em meados do século XVI, quando o açúcar de cana tornou-se o mais importante produto de exportação do Brasil, os portugueses iniciaram a importação de escravos africanos, comprados nos mercados de escravos da África Ocidental. Assim, esses começaram a ser trazidos ao Brasil, inicialmente para lidar com a crescente demanda internacional do produto, naquele que foi denominado ciclo do açúcar.
Ao final do século XVII, devido à concorrência colonial, as exportações de açúcar brasileiro começaram a declinar, mas a descoberta de ouro pelos bandeirantes na década de 1690 abriu um novo ciclo para a economia extrativista da colônia, promovendo uma febre do ouro no Brasil, que atraiu milhares de novos colonos, vindos não só de Portugal, mas também de outras colônias portuguesas ao redor do mundo, o que por sua vez acabou gerando conflitos (como a Guerra dos Emboabas), entre os antigos colonos e os recém-chegados. Este sendo mais um motivo para a prosperidade de Ondestão: possuindo consideráveis reservas de ouro, e pessoas ricas da colônia como visitantes frequentes, as reservas de ouro nos bancos locais só faziam aumentar, em meio a práticas como lavagem de dinheiro. Nas igrejas, os padres faziam vista grossa às empresas de fachada e as estátuas de santos eram usadas para guardar cartas de crédito e valores em espécie. Circulava à época um boato de que a Coroa cogitava tributar as indulgências, e a Igreja agiu rápido para não cair em desgraça junto ao rei, cedendo a estes arranjos. Dessa forma, para evitar os olhares curiosos de possíveis fiscais da Coroa, as transações eram feitas com estas imagens, em vez de cédulas ou moedas. Nos bares da época, era comum algumas dessas estátuas serem usadas nas apostas nos jogos de baralho. Alguns historiadores afirmam que os criminosos presos à época costumavam chegar aos presídios carregando algumas dessas estátuas cravadas em suas partes traseiras para comprar proteção e não serem violados até seus orifícios ficarem mais lasseados que porta de banco em dia de pagamento, mas não há fontes históricas confiáveis para confirmar isto.
Para garantir a manutenção da ordem colonial interna, além da defesa do monopólio de exploração econômica do Brasil, o foco da administração colonial portuguesa concentrou-se tanto em manter sob controle e erradicar as principais formas de rebelião e resistência dos escravos (a exemplo do Quilombo dos Palmares), como em reprimir todo movimento por autonomia ou independência política (como a Inconfidência Mineira).
No final de 1807, forças espanholas e napoleônicas ameaçaram a segurança de Portugal Continental, fazendo com que o Príncipe
cagãoRegente D. João VI, em nome da rainha Maria I, transferisse a corte real de Lisboa ao Brasil. O estabelecimento da corte portuguesa trouxe o surgimento de algumas das primeiras instituições brasileiras, como bolsas de valores locais e um banco nacional, e acabou com o monopólio comercial que Portugal mantinha sobre o Brasil, liberando as trocas comerciais com outras nações. Em 1809, em retaliação por ter sido forçado a um “autoexílio” no Brasil, o príncipe regente ordenou a conquista portuguesa da Guiana Francesa.Os ingleses, desde sempre, colaborando para um mundo pior
A Conquista Portuguesa da Guiana Francesa, ou Conquista de Caiena, foi uma operação militar contra Caiena, capital da colônia sul-americana da Guiana Francesa, lançada em janeiro de 1809 no contexto das Guerras Napoleônicas . A invasão foi empreendida por uma força expedicionária combinada que incluía contingentes militares portugueses (de Portugal e do Brasil Colônia) e britânicos.
A invasão fez parte de uma série de ataques a territórios franceses nas Américas e, devido a compromissos assumidos em outras regiões, a Marinha Real Britânica não pôde enviar forças substanciais para atacar o porto fluvial fortificado. Em vez disso, apelos foram feitos ao governo português, que havia fugido de Portugal no ano anterior durante a Guerra Peninsular e residia no Brasil, sua maior colônia . Em troca do fornecimento de tropas e transportes para a operação, os portugueses receberam a promessa da Guiana como uma expansão de suas possessões no Brasil durante o conflito.
Chega a ser difícil acreditar hoje em dia que os ingleses confiaram isso a um povo colonizador preguiçoso que mal conseguia povoar os litorais das terras que colonizava. O maior feito militar português de que se tem notícia é qual, o filhinho playboy de D. Pedro I montado num burrico às margens de um córrego fedorento, cercado de moscas, gritando para ninguém que o país era independente? Em resumo: pagaram, mas não levaram.
O contingente português mais substancial consistia em 700 soldados regulares do Exército colonial do Brasil, 550 fuzileiros navais da Brigada Real da Marinha destacados no Brasil e vários navios de guerra para atuar como transportes e fornecer apoio de artilharia offshore. Os defensores franceses estavam enfraquecidos por anos de bloqueio da Marinha Real e só podiam reunir 400 soldados de infantaria regular e 800 milícias não confiáveis, formadas em parte pela população negra livre do território. Como resultado, a resistência foi inconsistente e, apesar das fortes fortificações de Caiena, o território caiu em uma semana.
Ao entrar em Caiena em 14 de janeiro, a força anglo-portuguesa levou os 400 soldados regulares de Hugues ao cativeiro e recolheu as armas de 600 milicianos brancos e 200 irregulares negros, autorizados a retornar para suas casas. Incluídos na rendição estavam 200 canhões, todos os suprimentos militares e governamentais e todas as várias vilas e postos comerciais da Guiana Francesa, que se estendiam da fronteira brasileira até o rio Maroni , que marcava a fronteira com o território holandês do Suriname, mantido pelos britânicos.
As baixas na operação foram leves: os britânicos perderam um tenente morto e 23 homens feridos, os portugueses um homem morto e oito feridos e os franceses 16 mortos e 20 feridos. Os prisioneiros franceses foram embarcados nos navios da força expedicionária e levados para o Brasil, e a colônia foi entregue ao governo português para administração, com a estipulação de que fosse devolvida à França no final da guerra.
A família real do Brasil
Com o fim da Guerra Peninsular em 1814, os tribunais europeus exigiram que a rainha Maria I e o príncipe regente D. João regressassem a Portugal, já que consideravam impróprio que representantes de uma antiga monarquia europeia residissem em uma colônia. Em 1815, para justificar a sua permanência no Brasil, onde a corte real tinha prosperado nos últimos seis anos,
meteram o atestadoo Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves foi criado, estabelecendo, assim, um Estado monárquico transatlântico e pluricontinental. No entanto, isso não foi suficiente para acalmar a demanda portuguesa pelo retorno da corte para Lisboa, como a revolução liberal do Porto exigiria em 1820, e nem o desejo de independência e pelo estabelecimento de uma república por grupos de brasileiros, como a Revolução Pernambucana de 1817 mostrou. Em 1821, como uma exigência de revolucionários que haviam tomado a cidade do Porto, D. João VI foi incapaz de resistir por mais tempo e partiu para Lisboa, onde foi obrigado a fazer um juramento à nova constituição, deixando seu filho, o príncipe Pedro de Alcântara, como Regente do Reino do Brasil.Pode-se resumir os tempos de império do Brasil como um chefe que tira férias, deixa um encostado qualquer para manter a cadeira quente, deixando também todas as picas que ficaram pendentes. Não importam quais as conquistas civilizatórias do país na época; todas eram para ontem, e feitas quando não tinha mais jeito de manter o status quo. Cenário perfeito para o surgimento de Ondestão, diante desse vácuo de poder, cujos documentos revelando detalhes de sua criação começaram a ser descobertos pelos historiadores apenas recentemente, guardados em obscuros corredores de arquivos públicos portugueses.
(com inspiração da enciclopédia livre)
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Gazeta de Ondestão [5]
Contra fatos há argumentos.
Informando a população ondestanesa desde sempre, seguindo as leis e os bons costumes desta gloriosa terra escolhida por Deus. Nosso Deus, é claro: deixe os seus do lado de fora ao pedir visto para cá. Para os que a gente precisa desenhar, este é um jornal satírico.Baddo Secco dará alimento granulado feito a partir de itens perto do vencimento a famílias carentes
Prefeitura fez parceria com empresa que doará composto granulado. Uso de produto em vez de alimentos tradicionais divide especialistas. A começar pelo fato de se chamar de alimento algo que não se parece com um.
Por Marques AcanagemBiscoito feito com Farinata, que é a base do produto que será doado à Prefeitura de Papillon — Foto: Sandra Quevedo/Divulgação
A gestão Baddo Secco (POD) vai distribuir um composto para famílias em situação de carência alimentar e que procurem os equipamentos sociais de Papillon. O produto em formato granulado será doado pela empresa Plataforma Refu2go, que fabrica o composto a partir de alimentos que estão perto da data de vencimento e fora do padrão de venda em supermercados.
A Prefeitura afirma que o produto é feito com itens de qualidade e que a medida evita o desperdício. A ação faz parte da Política Municipal de Erradicação da Fome, lançada pelo prefeito nesta semana. A distribuição será feita nos centros de assistência social e em cestas básicas para as famílias carentes.
Relembre: prefeitura de metrópole brasileira alimenta seus desassistidos com dignidade.
Especialistas ouvidos pela GO divergem sobre a medida. Parte deles faz ressalvas ou mesmo critica o uso do produto em vez de alimentos tradicionais. É o caso do nutricionista Gastão D’amato, pesquisador da Uniond, que compara o produto a uma “ração” sem sabor. “Isso descontextualiza totalmente o caráter do que é comer. Nunca vi alguém pedir nhoque de isopor na Famiglia Macini. Comer é um ato que vai além de suprir nutrientes”, afirma. “A gente não coloca só a comida na boca, mastiga e engole. Somos seres humanos, e não ruminantes: a comida é um evento social, envolve a autoimagem das pessoas“
Ele explica que a alimentação precisa trabalhar os sentidos e que é uma prática também ligada à cultura. Para D’amato, o uso de granulados pode afetar a autoestima da população submetida a esse tipo de alimento. Ele defende o uso apenas em casos emergenciais, quando não for possível adotar outras políticas de acesso a alimentos. Ainda segundo o especialista, bancos de doações de alimentos já fazem trabalhos de limpeza e corte de itens que estão por vencer e fazem a distribuição sem descaracterizar os produtos. Empresas em Papillon já doam alimentos perto da data de vencimento. A novidade é o formato granulado.
A nutricionista Sophie Zanall afirma que a opção pelo granulado é válida e que esse tipo de alimento garante bom aporte nutricional. “É uma forma de agregar alimentos e fornecer nutrientes para aqueles que têm pouco acesso ou vivem em situação de fome. Não é feio comer comida feia, feio é descartar comida bonita. Entre jogar fora uma pizza e comer farelos ultraprocessados, quem tem fome escolhe o quê? “. Ela opina que “jogar fora alimentos, quando há pessoas passando fome, não faz o menor sentido. Estamos viciados nesta cultura capitalista de fetichização de alimentos, com nomes pomposos nos menus dos restaurantes e incontáveis fotos de pratos nas redes sociais, e precisamos superar isso dissociando o interesse público dos vãos apelos visuais de alimentos comuns“.
Sophie defende que o fornecimento do alimento deve ser acompanhado de uma fiscalização para garantir que ele chegue à população em boas condições de consumo. “É preciso ter qualidade, segurança, boa prática de fabricação e vigilância de fato, para saber se os nutrientes estão realmente presentes, sejam eles carboidrato, proteína, gordura, fibra, vitaminas ou minerais.” Sobre a aparência, Zanall diz considerar importante e ressalta que o granulado pode ser usado de base para fabricar outros alimentos. Alega que as pessoas são cheias de contradições: se entopem de energético e de vape nas baladas, mas querem consumir alimentos sem glúten, veganos e cheios de positividade, coletados em plantações de pequenos produtores.
Em sua página no Facebook, a vereadora Sarita Lina Ferro (PPO) afirmou que protocolou um requerimento nas secretarias envolvidas para buscar mais detalhes sobre a fabricação e a distribuição do alimento.
“É curioso a gestão Baddo Secco propor essa política depois de alegar que reduziu itens da merenda escolar para combater a obesidade. Assim como diminuiu a aquisição de produtos orgânicos distribuídos nas escolas. Segundo dados do Ministério da Saúde e do Inquérito de Saúde da Capital (ISA Capital), não há prevalência de desnutrição em Papillon”, diz.
Análise: Partido do Ondestão Democrático e Partido Popular do Ondestão são duas faces da mesma moeda?
Produtos
A empresa Plataforma Refu2go defende que o produto pode servir para fabricar alimentos, pães, snacks, bolos, massas e sopas, entre outros. O granulado será feito a partir de alimentos como batata e banana, segundo a empresa. A fome é uma grande mentira, só passa por ela quem insiste em dificultar a própria vida buscando a tal dignidade, afirma em comunicado.
De acordo com Eugenia Kleiehersteller, presidente da Plataforma Refu2go, os alimentos serão processados com um produto granulado chamado pela empresa de Farinata. Ele será distribuído em pó, mas também poderá ser combinado com outros ingredientes, de acordo com a necessidade de um grupo específico ao qual será direcionado. “Então teremos um estoque de carboidratos e um estoque de fibra. Se o público for de criança, produziremos um alimento final que seja apetitoso e nutritivo a elas. Talvez até lancemos uma espécie de McLanche feliz nosso, com bonecas de espiga de milho de brinde pras garotas e arminhas de madeira pros meninos“, disse.
Procurada, a Prefeitura de Papillon disse que a política de distribuição dos alimentos ainda está “sendo elaborada” e “seguirá as necessidades e os anseios da população”. A princípio, não há possibilidade de o produto ser distribuído em escolas e creches como merenda escolar. Já estudam sem pagar nada, com os impostos do contribuinte, e ainda querem mais comida?, disseram como pergunta retórica, em comunicado.
Segundo Kleiehersteller, a parceria vai permitir que a Prefeitura oriente mercados e indústrias da cidade a levarem alimentos para endereços fixos fornecidos pela empresa. “Era só o que faltava: querer que a gente fosse buscar esses refugos para o devido rebranding.”
Os nutricionistas ouvidos pelo GO afirmam que somente com as informações disponíveis sobre o produto no site da empresa Plataforma Refu2go não é possível detalhar e comentar a sua composição nutricional. O site também não informa sobre testes de qualidade nutricional do produto.
Para a nutricionista Natasha Silva, o cidadão tem o direito de se alimentar com comida na sua “forma natural”. “Acho que está sendo feito um produto para suprir uma necessidade que não sabemos se de fato está sendo suprida e esquecendo o direito do cidadão de ter uma alimentação da forma natural através de frutas, legumes e verduras. Qual é o próximo passo, mandar os excluídos ruminarem nos terrenos baldios?“, afirma.
Também nutricionista, Bia Neri opinou que o uso de granulado deve ocorrer apenas de forma emergencial, e não de maneira permanente e institucionalizada. “Deve-se dar preferência aos alimentos tradicionais”, resume.
Ondestão lança programa de moradia inusitado com um toque quase oriental
Em resposta ao galopante aumento dos aluguéis de grandes centros como Papillon, governo inaugura política pública para alugar caixas grandes de transporte de cães para pessoas carentes morarem. Menos gastos com licitações e com caprichos esquerdistas da dignidade humana: veja como isso pode ser bom para você.
Na distante comunidade de Carrapicho, quase às margens da Rodovia O-15, já é possível ver pilhas e pilhas de caixas de transporte de cães senso usadas como moradias. Disputam espaço com o mato alto, o zunido ininterrupto dos veículos, e os que decidem sublocar suas caixas para terceiros, geralmente obtidas por fraudes no cadastro, por aluguéis exorbitantes. Um deles falou com nossa reportagem, sob condição de anonimato, se identificando apenas como “Dida”: “Aí, doutor. Cada um se vira como pode. Governo deu mó dentro, rapá. Qualquer coisa de errado dentro dos lares, nossos parças descobrem na hora. Semana passada mesmo, demos um corretivo em um morador chegando alcoolizado, querendo bater na mulher.” Perguntado se cabe mais de uma pessoa por caixa, respondeu rindo: “Se coração de mãe é espaçoso, imagina o de mulher criada como bicho, doutor. Nós somos o estado aqui”.
Como os imóveis, tecnicamente, não são construções, não pagam IPTU nem alvará, mas podem ser retirados a qualquer momento da região, caso o município ou a união decretem reintegração de posse. “Se os japoneses fazem, porque não podemos? Precisamos abandonar esse complexo de vira-lata”, vocifera o prefeito de Papillon, Marlon Baddo Secco, questionado em coletiva sobre a legalidade desta medida. “Pra quê gastar dinheiro do município com moradias baratas, de tijolos e telhas, abarrotadas de traficante, rameira e o chorume da sociedade? Estamos dando é até bastante, se querem saber.”
O governo Siqueira decidiu ampliar, de 8 para 12 mil, o teto de casas de transporte disponíveis para as famílias que podem financiar um imóvel pelo programa Minha Caixa, Minha Vida.
- Na quinta-feira (3), o presidente assinou um decreto que destina verbas do Fundo Social do Pré-Sal para custear a faixa 3 do programa, voltadas a famílias que ganham de R$ 4 mil a R$ 8 mil.
- 🏡 Com isso, segundo o governo, o orçamento que já tinha sido reservado para o Minha Caixa, Minha Vida poderá ser usado em uma faixa mais alta, que não existia até agora.
- 🏡 O blog do Barroso tinha antecipado essa movimentação em março, mas ainda não havia data para concretizar a mudança.
O decreto foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (4) e, com isso, já está em vigor. O governo ainda não informou, no entanto, quando as novas linhas de financiamento estarão disponíveis.
Apesar de ter feito um evento em Papillon, fora do Palácio de Éris, para divulgar os resultados do atual mandato, o governo não chegou a detalhar essa expansão durante a cerimônia.

Imagem gerada com ChatGPT. Veja abaixo o que já se sabe sobre essa Faixa 5 do Minha Caixa, Minha Vida:
- Renda familiar: de $0 a $300
- Valor do imóvel: até R$ 2 mil
- Financiamento: em até 120 meses (10 anos)
- Sem subsídio do governo: ou seja, a família paga o valor integral do imóvel
O governo espera beneficiar 120 mil famílias com essa linha adicional de financiamento. Segundo o Ministério das Cidades, os juros projetados de 2,5% ao mês estão abaixo dos praticados no mercado.
A reportagem conversou com alguns moradores de Carrapicho. Pelos corredores por entre as centenas de caixas empilhadas, muitos gemidos de dormências insuportáveis nas extremidades, já que é difícil se mexer dentro delas. Uma mulher nos aborda, como que fugindo do marido, e nos revela que os moradores que se mexem muito durante o sono são vítimas frequentes de linchamentos. Dois homens conversando nos revelam que queriam empilhar as caixas no estacionamento do CEASA, que é para nem terem trabalho de a Refu2go transportar comida até nós. “Imagine, o fedor, a imundície que seria morar lá”, se indigna um deles.
Dida ainda nos revela práticas típicas de milícias, como a oferta de proteção, de gato em TV a cabo, de fornecimento precário de água, entre outras benfeitorias. “Nunca foi mais barato ser pobre em Ondestão, doutor. Melhor que isso, nem morrendo: enterros são caros, e a cidade não renovou a licitação com a empresa que enterrava os nossos. Nem queira saber o cheiro de onde desovamos nossos amigos e familiares.”
(com agências nacionais)
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Gazeta de Ondestão [4]
Contra fatos há argumentos.
Informando a população ondestanesa desde sempre, seguindo as leis e os bons costumes desta gloriosa terra escolhida por Deus. Nosso Deus, é claro: deixe os seus do lado de fora ao pedir visto para cá. Para os que a gente precisa desenhar, este é um jornal satírico.Seguro de vida: o que você precisa saber
A procura pela contratação de seguro de vida vem aumentando de forma bastante expressiva. Apenas no último ano, o aumento foi de mais de 15% em relação ao ano anterior. Este aumento se explica por diversos motivos, entre eles uma maior preocupação do ondestanense com seu futuro, com sua qualidade de vida e estabilidade financeira própria e de seus dependentes. E, claro, porque as autoridades nunca acreditam quando se procura uma delegacia para relatar o furto de um veículo, por exemplo. É comum as pessoas ouvirem dos agentes coisas como “Ah, se você estacionou naquele bairro, estava pedindo”. Sommeliers do crime.
Atualmente, 14% da população já tem algum tipo de seguro de vida, e a tendência é que este número aumente de forma expressiva nos próximos anos. Pelo desconhecimento de parte da população, os temas relacionados ao seguro de vida, suas coberturas e, principalmente sobre os direitos dos segurados e beneficiários e o que fazer em caso de negativa de pagamento da apólice do seguro de vida, ainda geram muitas dúvidas. Muita gente ainda acha estranho o conceito de pagar para quando algo der errado e preferem apostar em bets sem perceber a ironia.
Neste artigo, vamos explicar os principais pontos que você precisa entender melhor como funciona o seguro de vida.
O que é o seguro de vida
O seguro de vida é um contrato firmado por uma pessoa (segurado) junto a uma seguradora, para buscar garantir segurança e tranquilidade caso ocorra algum imprevisto como um acidente, doença ou até mesmo um falecimento.
A seguradora recebe um valor mensal (prêmio) previamente ajustado e, em caso de o risco segurado vir a se concretizar (sinistro), os beneficiários terão direito ao recebimento de uma indenização.
Os contratos de seguro de vida são atualmente ofertados por seguradoras e até bancos, sendo que existem diversos tipos de cobertura e de valor, que se encaixam em diferentes perfis de clientes.
O que é a Apólice do seguro de vida
A apólice é o documento que reúne todas as regras do contrato de seguro. Trata-se do documento emitido pela seguradora no momento da contratação e que estabelece quem é o segurado contratante, quais os riscos cobertos, o valor dos prémios mensais, bem como o valor segurado em caso de indenização.
É sempre muito importante que ao contratar um seguro de vida, o segurado leia atentamente todo o conteúdo da apólice. Depois não adianta desovar seu carro na represa e falar para as empresas que foi furtado. Algo parecido acontece com nossas apólices cobrindo falta de vigor do varão durante o casamento: não adianta achar que engana alguém ao pegar uma trena para mostrar a nossos peritos que você ainda comparece entre as pernas da varoa.
Quais são as coberturas do seguro de vida
O seguro de vida obrigatoriamente cobre o risco de morte e esta é considerada a cobertura mais básica.
Além disso, podem haver coberturas complementares dentro do mesmo contrato, como a cobertura por morte acidental, Invalidez Permanente (total ou parcial), a cobertura de Diárias de Incapacidade Temporária ou ainda a cobertura por Doenças Graves entre outras.
Quem pode ser beneficiário?
O beneficiário é a pessoa indicada pelo segurado, no momento da contratação, que receberá a indenização caso venha a ocorrer o sinistro com o segurado.
O segurado pode indicar qualquer pessoa como beneficiária do seguro de vida. Caso não seja indicado expressamente um beneficiário na apólice do seguro, o Código Civil estabelece no seu artigo 792 que o valor da indenização será dividido entre o cônjuge, que receberá 50% do valor e os herdeiros, entre os quais serão distribuídos os outros 50%. Mas a legislação ondestanense ama complicar as coisas, e são aceitas as inclusões de concubinas, amantes, filhos extraoficiais e mulheres que não sabem da existência umas das outras que se relacionam com o mesmo homem.
O segurado também pode fazer a alteração da indicação do beneficiário a qualquer momento. Para fins de isenção de imposto sobre herança, animais de estimação podem ser indicados. Basta que o tutor crie o animal até sua morte. Após o falecimento, recebe o valor proporcional à vida do animal. Por exemplo, se o animal viveu 10 anos, mas o segurado faleceu quando este tinha 7 anos, o tutor recebe apenas 30% do valor segurado. Animais perdidos resultam em anulação da indenização.
Dependendo das coberturas contratadas, o segurado poderá ser também ele beneficiário. Por exemplo, no caso de cobertura para doenças graves ou de diárias de internação hospitalar.
Qual o tempo de vigência do seguro de vida
Como regra, os contratos de seguro de vida tem um prazo de vigência 12 meses, mas nada impede que sejam contratados seguros com uma vigência maior, inclusive de forma vitalícia.
Em se tratando de seguro com prazo predeterminado, uma vez terminado o período de vigência, a renovação poderá ocorrer de forma automática uma única vez por igual período. A partir daí, toda renovação deve ser expressamente solicitada pelo segurado.
É importante ressaltar que, ao final do período de vigência do seguro de vida, a seguradora não é, necessariamente, obrigada a renovar a apólice. Contudo, se a seguradora não tiver interesse na renovação, deve comunicar formalmente ao segurado com antecedência de pelo menos 60 dias antes do término do período de vigência do contrato.
Como solicitar o pagamento do seguro de vida?
Caso o risco contratado venha a ocorrer (sinistro), o beneficiário deve comunicar a seguradora sobre a ocorrência o mais breve possível. A lei estabelece que os beneficiários têm até 3 dias para informar o sinistro e solicitar o pagamento da indenização. Eles não têm todo o tempo do mundo. Caso o beneficiário seja o próprio segurado (dependendo das coberturas contratadas), o prazo é de apenas 1 dia.
Uma vez aberto o protocolo de comunicação de sinistro, o beneficiário deverá preencher um formulário de aviso de sinistro, onde será solicitado o preenchimento de diversas informações e a apresentação de uma série de documentos.
Uma vez que seja entregue a documentação completa, a seguradora tem até 30 dias para realizar o pagamento da indenização. Dependendo do caso, se for necessária a complementação da documentação para apuração do sinistro, o prazo de 30 dias poderá ser prorrogado. Porém, a partir do 31º dia começará a incidir correção monetária sobre o valor da indenização.
A seguradora pode negar o pagamento?
Sim, é possível e até comum que a seguradora negue o pagamento da indenização do seguro de vida ao beneficiário. Os motivos alegados pelas seguradoras para não pagar a indenização do seguro de vida variam desde alegação de doença preexistente à contratação, passando pela inadimplência no pagamento das parcelas mensais ou risco não coberto. Se se espera tempo o suficiente, qualquer doença é preexistente.
Em muitos casos, no entanto, estas negativas são abusivas ou indevidas e os beneficiários podem recorrer à Justiça para garantir seus direitos.
Como agir se o pagamento do seguro de vida for negado
A primeira coisa a fazer é ter em mãos a apólice do seguro e a negativa da seguradora. A partir daí, o beneficiário deve procurar um advogado de confiança e preferencialmente familiarizado com este tipo de questão. Como apontado acima, o prazo para exigir o pagamento do seguro é curto e, se não for observado, o beneficiário perde o direito de exigir o pagamento na Justiça.
(com agências nacionais, adaptado)
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Apólice de seguro em Ondestão
Har har previdência: proposta de contratação

Resumo do plano
- Coberturas de Proteção Familiar (Riscos):
- Renda por Invalidez: Consiste em uma renda paga vitaliciamente ao participante acometido de invalidez total e permanente, por acidente ou doença, durante o período de cobertura. Caso o participante venha a falecer durante o período de exercício do benefício, o mesmo ficará automaticamente cancelado. O cancelamento da cobertura também ocorre se o participante atingir a idade de 70 anos sem a ocorrência do evento (invalidez), ou ainda, se o participante não conseguir mais obter uma ereção com duração suficiente para uma conjunção carnal decente com sua companheira. Este aspecto prevê o aumento alarmante do descumprimento da intenção de fidelidade conjugal, por parte da mulher, e é sabido, conforme o costume, que um homem sem ereção é um homem socialmente inválido. Condição canonicamente prevista em 1 Coríntios 7:4, pois como a parceira não possui o próprio corpo, é seu direito ser indenizada pela falta de uso deste, para que a economia dos corpos dentro do matrimônio não seja violada com um relacionamento paralelo, por parte dela e com consentimento do cônjuge. O usucapião corporal está incluso em outro plano específico.
- Pensão ao Cônjuge ou Companheiro (a): Consiste em uma renda paga vitaliciamente ao cônjuge ou o (a) Companheiro (a), em decorrência da morte do participante. Dependendo do plano escolhido, o cliente pode incluir uma pensão por adultério, a ser recebida enquanto a morte não ocorrer, quando ficar claro que um dos cônjuges não consegue conter os calores do próprio corpo e precisa procurar os encantos dos genitais de estranhos ao relacionamento para se aliviar. Amparados em 1 Coríntios 7:9 e 7:30, uma das prerrogativas para a concessão dos valores devidos, por parte do segurado, é a de ser feliz. Os valores são discriminados de acordo com a natureza da relação: casado que consuma ato carnal com terceiro sendo feliz recebe um valor com desconto proporcional ao tempo comprovado do relacionamento paralelo em relação ao relacionamento oficial; sendo triste, recebe o equivalente a 15% a mais do valor contratado.
- Pensão aos Menores até 21 anos: Consiste em uma renda mensal temporária paga ao(s) beneficiário(s) indicado(s), menores de 21 (vinte e um) anos, em decorrência da morte do participante.
- Pensão por Prazo Certo: Consiste em uma renda mensal por prazo certo paga ao(s) beneficiário(s) indicado(s), em decorrência da morte do participante. Esta categoria prevê a necessidade de amantes, outrora sustentadas por seus parceiros casados, precisarem se reerguer financeiramente, já que não possuem mais sua principal fonte de renda. Não se comunica com o inventário do falecido.
- Pecúlio por Morte: Consiste no pagamento de uma indenização ao(s) beneficiário(s), de uma única vez, em caso de morte do participante.
- Tipos de Renda:
- Renda Mensal por Prazo Certo: consiste em uma renda mensal a ser paga por prazo pré-estabelecido ao participante/segurado – assistido durante o período máximo de 240 (duzentos e quarenta) meses, contado a partir da data de concessão do benefício/capital segurado. O cônjuge que mantém relacionamentos paralelos precisa comprovar o vínculo afetivo, e cada mulher que se relaciona com este recebe uma quantia proporcional. Nossos agentes, para fins periciais, podem solicitar vídeos com registros da conjunção carnal do segurado com cada participantes, para fins de comprovação. A cobertura pode estar sujeita às idiossincrasias do ato sexual, como duração, taras específicas, e elementos que indiquem intimidade.
- Renda Mensal Temporária: a ser paga temporária e exclusivamente ao assistido pelo período máximo de 240 (duzentos e quarenta) meses. O benefício cessa com o seu falecimento ou o término da temporariedade estabelecida, o que ocorrer primeiro, sem que seja devida qualquer devolução, benefício ou compensação de qualquer espécie ou natureza. Concubinas, amantes e afins podem prorrogar a duração do prazo por 2 (dois) anos por filho concebido após assinatura desta Apólice. As esposas não estão incluídas neste arranjo. É importante garantir que o varão permaneça pobre o suficiente para não colecionar mais rabos de saia.
- Excedente Financeiro
- Har Har Personnalité – No período de pagamento do Benefício de Sobrevivência (renda), haverá apuração dos resultados financeiros durante o prazo de pagamento de benefício sob a forma de renda, a contar da data de concessão da renda. O percentual de reversão de resultados financeiros será de 70% (setenta por cento).
- Atualizações das Contribuições e dos Benefícios:
- As contribuições dos Benefícios de Sobrevivência terão seu valor atualizado anualmente pela variação do IPCA/IBGE. As contribuições das Coberturas de Risco além da atualização monetária pelo IPCA/IBGE estão sujeitas a reajustes em função da mudança de faixa etária, conforme disposto no regulamento. O valor do benefício sob forma de renda, a partir da sua concessão, será atualizado anualmente, pelo IPCA/IBGE acumulado nos 12 (doze) meses que antecedem o mês anterior ao de aniversário do benefício.
- Nas atualizações monetárias das Coberturas de Risco, estão incluídas os prejuízos decorrentes das reações coléricas e iracundas de companheiras irresignadas, cujos acessos de fúria resultem em danificação do padrão construído pelo segurado. Eventos que podem, alternativamente, ser comprovados com boletins de ocorrência, registros de mensagens com ameaças, vídeos de revenge porn, entre outros, podem acarretar em reajustes extemporâneos. Pedidos de reajuste de pensão podem ensejar recusa no pagamento desta Cobertura.
- Valor do Benefício:
- O valor inicial do Benefício de Sobrevivência será determinado em função do saldo da respectiva reserva matemática de benefícios a conceder na data da concessão do benefício e do fator de renda apresentado no momento da aposentadoria, de acordo com o tipo de renda escolhida. Para os benefícios de risco, o valor será o mesmo indicado na proposta e respectivo certificado, atualizado anualmente pela variação do IPCA/IBGE.
- Resgates (Planos PGBL/VGBL):
- Durante o período de diferimento do plano, é permitido ao participante, após o cumprimento do prazo de carência de 60 (sessenta) dias, a contar da data de inscrição, solicitar o resgate das reservas matemáticas de benefícios a conceder de forma total ou parcial. O intervalo entre os pedidos de resgates de um mesmo participante será de 60 (sessenta) dias contados a partir do registro do último pedido. Para garantir que o dinheiro será usado exclusivamente em grande necessidade, esta Apólice tem como prerrogativa exigir que cada resgate nesse sentido seja imediatamente comunicado a todas as partes envolvidas, incluindo esposas, amantes, e pessoas que desconhecem seu papel na vida dupla do amado, via carta com Aviso de Recebimento, mensagem por Whatsapp ou sinal de fumaça. Adoramos confusão. Caso uma parte não informada nesta Apólice se manifeste, o benefício pode ser reduzido, ou até suspenso. Poliamor tem limite!
- Portabilidade:
- Durante o período de diferimento, é permitido ao participante, após 30 (trinta) dias a contar da data de inscrição, solicitar portabilidade da reserva matemática de benefícios a conceder para outro Plano da Har Har e 60 (sessenta) dias para Planos de outras Entidades. Até parece que esperaríamos fidelidade de clientes como os nossos. Aposto que vai nos trocar por outra (Apólice) 10% mais barata, só porque tem
um bumbum lindocláusulas prometendo o mundo. Muitos nem esperam a carência terminar e já procuram outro rabo de saia. São todos safados, mesmo…
- Durante o período de diferimento, é permitido ao participante, após 30 (trinta) dias a contar da data de inscrição, solicitar portabilidade da reserva matemática de benefícios a conceder para outro Plano da Har Har e 60 (sessenta) dias para Planos de outras Entidades. Até parece que esperaríamos fidelidade de clientes como os nossos. Aposto que vai nos trocar por outra (Apólice) 10% mais barata, só porque tem
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- Coberturas de Proteção Familiar (Riscos):
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Gazeta de Ondestão [3]
Contra fatos há argumentos.
Informando a população ondestanesa desde sempre, seguindo as leis e os bons costumes desta gloriosa terra escolhida por Deus. Nosso Deus, é claro: deixe os seus do lado de fora ao pedir visto para cá. Para os que a gente precisa desenhar, este é um jornal satírico.Quais são os rendimentos tributáveis na declaração de Imposto de Renda?
Caderno de Economia
Quais são os rendimentos tributáveis na declaração de Imposto de Renda?
Quando falamos de Imposto de Renda dúvidas não faltam sobre os rendimentos que são passíveis de tributação. Afinal, quem recebeu rendimentos tributáveis entre 1º de janeiro e 31 de dezembro do ano anterior, que ultrapassem, por mínimo que seja, o valor de seu aluguel, estão obrigados a entregar declaração de IRPF (Imposto de Renda Pobre Físico). Tire agora suas dúvidas sobre o tema!Para começar, saiba que informar todos os valores que compõem a declaração é essencial para evitar inconsistências de dados entre a fonte pagadora e as informações apresentadas na declaração, além de evitar multa ou cair na malha fina. A expectativa da Receita Federal é que 23 milhões de declarações sejam entregues até o dia 24 de maio.
O que são rendimentos tributáveis?
Um rendimento tributável é aquele que está sujeito à cobrança de Imposto de Renda. Na Declaração existem fichas dedicadas a esses rendimentos e podem ser divididos nas seguintes categorias:
- Rendimentos trabalhistas: salários, horas extras, rescisão de contrato, rendimentos de microempresa e empresa individual, remuneração de estagiário etc.
- Este ano temos novidades em relação aos autônomos. Em um esforço para incluir a diversidade de relações de trabalho e retirar pessoas de funções estigmatizadas, o Ministério da Fazenda anunciou que vai incluir prostitutas no rol de profissionais obrigados a declarar imposto de renda. Por serem pessoas com poucos bens em seu nome e com constantes mudanças de endereço, inseri-las no sistema faz partes dos esforços do Ministério para entender o comportamento financeiro desta parcela invisível da população. Como o serviço prestado por estas pessoas não envolve o uso obrigatório de equipamentos e pode ser feito de forma itinerante, estão proibidas de declarar valores recebidos de aluguel de imóveis. Comissões no Legislativo nacional ainda estão discutindo detalhes do projeto de lei para regularizar o ofício, como obrigar as moças a usarem aqueles colares com seus nomes, comumente usados pelas mulheres brasileiras, além de hodômetros instalados nos genitais das moças para que, no ato da Declaração, o Leão possa analisar com precisão quantos clientes a profissional atendeu. Como senha de banco, basicamente.
- Rendimentos de benefícios: como férias, licenças remuneradas, premiações, gratificações, participação nos lucros da empresa, entre outros.
- O parlamento ondestanês vem discutindo o veto a esta última parte, já que entende que quem é pobre o bastante para pagar impostos, jamais terá empresa. Formal. A cultura local de ricos não pagarem impostos, como uma compensação por estes sofridos empreendedores terem que sustentar massas de pobres com direitos que não pediram, ainda é forte. Entre os círculos dos bilionários locais, existe a máxima de que não existe sonegação, existe poder de barganha bom.
- Rendimentos previdenciários: pensão e aposentadoria.
- Reações mistas envolvem a questão da aposentadoria nas ruas. “Se você vive o bastante para cogitar ser sustentado sem trabalhar, não serve para nosso país!”, diz um jovem à reportagem, enquanto jogava Minecraft no celular sentado no banco do parque. Um idoso jogando damas cercado por populares de pé acompanhando a partida dele contra um colega de praça, rebate: “Um dia você também vai morrer, jovem. Ninguém precisa ser viúvo para não saber cuidar de si próprio!”,
- E os valores recebidos da locação de imóveis. Essa lista ainda inclui compensações por benfeitorias, arrendamento, direito de uso de terrenos e imóveis, direito de exploração de conjuntos comerciais ou industriais, além de sublocação.
- Atividades rurais, como os resultados da produção agrícola, pecuária, extração, exploração animal e vegetal. Ainda que alguma dessas atividades sejam desenvolvidas no exterior, os contribuintes devem declará-las no IR.
- Royalties originados de direito de uso, exploração e comercialização de bens ou propriedade intelectual também estão sujeitos à tributação. Os royalties podem ser resultado, por exemplo, de direitos autorais de obra literária ou musical.
- O lobby da bíblia no Congresso vem pressionando as comissões para passar projetos de lei que repensam este direito à propriedade intelectual. De acordo com o líder da bancada na Câmara, Miquéas Cruz, “Gênesis 3:19 nos dá o direito de abolir qualquer direito a ser dono de coisas imateriais. Se veio da mente é do pó, é de todos, garantimos que ninguém ganhe dinheiro sem fazer nada. Não queremos preguiçosos em nossa obra, e ainda garantimos fonte extra de renda para patrocinar a divulgação do Evangelho”. Marisa Falcão, vice-líder, acrescenta: “É importante que nossos jovens tenham apenas um líder. Sem royalties, sem falsos ídolos, sem ex-BBBs famosos, sem influenciadores. Todos saem ganhando, ninguém precisa pensar em nada além de trabalhar o bastante para doar à Igreja”.
- Rendimentos no exterior, como salários ou pensões ou dividendos de aplicações financeiras, também estão sujeitos à cobrança do IR no Brasil.
- Caso a pessoa esteja obrigada a entregar a declaração de IR, os valores referentes a esses rendimentos, recebidos entre 1º de janeiro e 31 de dezembro do ano anterior, devem ser incluídos na declaração deste ano.
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Coluna da Vivian Mourão: Dormir de pé em armários sublocados: veja como isso pode ser bom para você.
É importante lembrar que os rendimentos de dependentes incluídos na declaração também devem ser declarados. Tudo deve ser preenchido de forma individual, informando todas as fontes pagadoras do titular e dos dependentes e o valor de rendimento tributável recebido por cada um.
Imposto a ser pago
Os rendimentos tributáveis devem, obrigatoriamente, ser informados tanto por quem optar pelo modelo simplificado, quanto pelo modelo completo (por deduções legais).
Para o modelo completo, que é o atual regime de tributação por “Deduções Legais”, é possível conseguir abatimento de IR com gastos em saúde, educação e dependentes, por exemplo. Existe a chance de o desconto de imposto ser menor do que 20%, com uma restituição maior ou imposto a pagar menor do que na declaração simplificada.
Entretanto, para fazer a declaração completa e se beneficiar dessas vantagens, é importante ter todos os comprovantes das despesas dedutíveis e guardar por, no mínimo, 5 (cinco) anos, para o caso de a Receita Federal pedir alguma informação. Claro, a Receita sabe até seu ascendente astral, mas precisa daquele comprovante de estacionamento de shopping de 2012 perdido na bolsa de sua esposa.
Rendimentos isentos ou não tributáveis
Os rendimentos isentos e não tributáveis são aqueles que não
sofrem tributação do IR e, portanto, são desconsiderados no cálculo de imposto a ser pagonão existem no nosso sistema tributário. De acordo com a Receita Federal, quem recebeu rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, de qualquer soma no ano passado deve declarar IR.Confira alguns deles:
- Indenizações por rescisão de contrato de trabalho e valores recebidos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).
- Parcela isenta proveniente de aposentadoria, reserva remunerada, reforma e pensão de pessoas acima de 65 anos.
- Bolsas recebidas exclusivamente para a realização de estudos ou pesquisas. Mas, caso as bolsas sejam recebidas também por trabalho (e não apenas por estudo e pesquisa), elas passam a ser tributáveis. A exceção fica por conta de médicos residentes e servidores das redes públicas de educação profissional, científica e tecnológica que participem das atividades do Pronatec. Nestes casos, os valores recebidos são sempre considerados isentos.
- Ganho de capital da venda de residência, desde que o contribuinte utilize o produto da venda para adquirir outro imóvel, também residencial no Brasil, em até 180 dias.
- Rendimentos gerados por caderneta de poupança, letras hipotecárias, além de letras de crédito do agronegócio e imobiliário (LCA e LCI) e certificados de recebíveis do agronegócio e imobiliários (CRA e CRI).
- Lucros e dividendos recebidos nas atividades empresariais e apurados, segundo a legislação vigente.
- Transferências de patrimônio, como doações e heranças.
- Recebimento de apólices de seguro ou pecúlio pago por morte do segurado e prêmio de seguro restituído em qualquer caso e pecúlio recebido de entidades de previdência privada em decorrência de morte ou invalidez permanente.
- Bolsas estudantis, ou seja, aquelas apenas voltadas para estudo e pesquisa e que não envolvem trabalho, dentre outros.
- Rendimentos sujeitos à tributação exclusiva/definitiva na fonte
- Esses rendimentos não alteram o valor do IR devido na declaração. O imposto retido na fonte não é restituído, por isso, são chamados de tributação definitiva. Porém, precisam ser declarados.
Confira alguns deles:
- 11º Salário (Ondestão deve contingenciar o último salário do ano anterior até o mercado se acalmar, segundo o Ministério da Fazenda);
- Ganho de capital na alienação de bens e direitos;
- Rendimentos de aplicações financeiras de renda fixa (CDB, RDB, etc);
- Juros sobre Capital Próprio; dentre outros.
(adaptado daqui)
Comentários
ruivinha95 cinco dias atrás
Pessoal vou contar uma situaçao minha: trabalho com entretenimento adulto e, na hr de sacar um benefício do INAMPS por doença, disseram q eu ñ consegui provar q o diâmetro da média ponderada de meus últimos 50 clientes. Q merda é essa? Meu adv vai cair matando neles.
celiotripe seis dias atrás
Trabalho com caras q não são do meio, e venho enfrentando probs tbm. As lojas de colchões oferecem desconto pra comprar um, e troquei o meu pra atender os clientes melhor. Um lado do colchão começou a afundar e não querem me devolver o dinheiro. Na nota declararam valor diferente do q paguei, e só aceitaram me vender qdo usei meu FGTS. Querem q eu comprove q usei o colchão com um cliente, e não pra praticar escalada. Oq vou fz, procurar meu cliente casado atendido no sigilo e mandar cópia autenticada da certidão de casamento dele? Contém ironia.
josemaria um mês atrás
Essa parte do ganho de capital na alienação de bens sempre me confunde. O novo dono brasileiro do imóvel tá me cobrando pra consertar o encanamento, disse que era culpa minha porque eu não fazia cocô dia sim dia não, um absurdo. Mandei ele enfiar o estandarte daquela bandeira cafona do país dele naquele lugar e quase fui parar na delegacia. Alguém sabe dizer se posso processar o sujeito? Os contadores de Ondestão toda hora me falam uma coisa diferente!
- Rendimentos trabalhistas: salários, horas extras, rescisão de contrato, rendimentos de microempresa e empresa individual, remuneração de estagiário etc.
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Gazeta de Ondestão [2]
Contra fatos há argumentos.
Informando a população ondestanesa desde sempre, seguindo as leis e os bons costumes desta gloriosa terra escolhida por Deus. Nosso Deus, é claro: deixe os seus do lado de fora ao pedir visto para cá. Para os que a gente precisa desenhar, este é um jornal satírico.Juquinha Cearense, do Regateiro FC, é alvo de operação da FF por manipulação de partida
Suspeita é sobre cartão recebido no Campeonato Ondestanense de 2022; Polícia Federal cumpre mandados de busca e apreensão no Ancoradouro
A Força Federal e o Gaeco (Grupo de Admiração Extemporânea no Conluio do Crime Organizado), da Promotoria de Papillon, realizaram nesta terça-feira (5) uma operação em Grenze que apura possível manipulação de cartões para beneficiar apostadores esportivos.
O principal investigado é o atacante Juquinha Cearense, do Regateiro. Familiares do atleta, entre eles irmão, prima e cunhada, são suspeitos de ter apostado em um cartão do jogador. Embora seja um exagero esta crimificação de pessoas habilidosas em planejar circunstâncias de eventos futuros, a matéria procurou membros da família para se manifestarem, sem sucesso. Nem a saudosa Mãe Diná, que teria sido torcedora do Regateiro de acordo com admiradores, teve tempo para pôr à prova sua maestria na arte divinatória de eventos ainda não ocorridos.
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Policiais federais e agentes do Gaeco foram ao Ancoradouro, o centro de treinamento do Regateiro, em Vargem do Tijucal, zona leste de Grenze, para cumprir mandados de busca e apreensão.
Juquinha Cearense estava em casa, no Nababo, outro dos pontos da operação, no momento em que os agentes chegaram. Ele entregou aparelhos eletrônicos aos agentes. O Regateiro treinou na manhã desta terça, no Ancoradouro. Craque que é craque trabalha enquanto eles dormem. Até porque a Força Federal só pode bater à porta dos suspeitos a partir das 6 da manhã.
Procurada pela reportagem, a assessoria de Juquinha Cearense informou que não vai emitir nenhum pronunciamento. Faz sentido: nunca vi bicheiro dar entrevista explicando por que decidiu mandar matar desafetos. Nem pinguins de patinete caem tanto em campo quanto nossos jogadores.
Patrocinado: aposte quantas vezes o atacante de seu time vai cair no ImacuBet. Dez dinheiros de desconto, aposte agora!
Em comunicado nas redes sociais, o Regateiro afirmou apoiar o atleta. “O clube ainda não teve acesso aos autos do inquérito, uma vez que o caso corre em segredo de Justiça, mas é importante registrar que, ao mesmo tempo em que apoiará as autoridades, dará total suporte ao atleta Juquinha Cearense, que desfruta da nossa confiança e, como qualquer pessoa, goza de presunção de inocência. Mesmo após aquela vez que ele quase foi para o Salgueiro, nos desfalcando na final da Copa Sul-Americana, uma dos maiores valores do Regateiro é não guardar rancores e apoiar nossos atletas.”
A diretoria do clube se reuniu para avaliar o caso. O Regateiro viajou para Gruta do Ardil, cidade natal de Juquinha Cearense, nesta terça para disputar partidas contra o Supernova, na quarta (6), pelo campeonato ondestanense.
Juquinha Cearense integrou normalmente a delegação. Mais do que justo: não seria justo a sociedade racializar a discussão por causa de pessoas bem-intencionadas querendo obter renda extra baseando-se em eventos. Juquinha tem o direito de jogar mal, e já fazia isso bem antes da ascensão das bets. O que é jogar mal para uns é estratégia por omissão para outros. Os milhões de técnicos de Ondestão precisam entender que somos abençoados pelo livre-arbítrio, inclusive para tomar decisões ruins.
Outros 15 mandados foram cumpridos em endereços ligados a Juquinha Cearense e familiares, em Grenze, e nas cidades de Gruta do Ardil, Deocleciano, Lago Salgado e Ribeirão Raso.
Mais de 50 policiais federais e seis promotores de Justiça participam da ação. Membros do Ministério Público de Papillon também dão apoio à operação.

Mascote da Imacubet. Foto: Divulgação Juquinha Cearense é investigado por um cartão amarelo que recebeu aos 50 minutos do segundo tempo da partida entre Regateiro e Bacalhau, pelo Campeonato Ondestanense de 2022. O jogo foi disputado no Ovo, em Papillon, por isso a investigação é liderada pela FF e pela Promotoria de lá.
No lance, o atleta Telmo, então no Bacalhau, está perto da bandeirinha de escanteio e arrisca um drible sobre Juquinha Cearense. O jogador amarelo-manga tenta pará-lo, e o árbitro Itacaramby Zento marca falta. Depois do amarelo, Juquinha Cearense recebeu cartão vermelho direto por reclamação. O Bacalhau venceu por 2 a 1. Suspenso, o atacante não participou dos jogos seguintes, contra Fortaleza e Palmeiras, pelo terceiro amarelo e pelo vermelho.
Lance comum de partida, como pode se ver. Nas ruas, temos reações mistas, especialmente perto das lotéricas de Papillon: pessoas falando sozinhas, gesticulando, os poucos torcedores do regateiro andando pelos cantos com suas camisas, os cartazes de propaganda de consignado com atores felizes. Nas peladas das praças de alguns bairros, as crianças pararam de fazer gol e agora tentam cair no primeiro lance que tiverem a oportunidade de contato, gabando-se de como são capazes de dobrar a malha espaço-tempo para fazer os seus ganharem ou perderem dinheiro. Mas, no popular, se definem como Robin Hoods do azar.
A possível manipulação no jogo contra o Bacalhau foi apurada a partir de um relatório da Ibia (International Betting Integrity Association) e da Sportradar, que fazem análises de risco do mercado de apostas. A suspeita foi levada à COF (Confederação Ondestanense de Futebol) e ao Ministério da Fazenda.
Segundo a FF, no decorrer da investigação, os dados obtidos junto às “bets”, como são as chamadas as casas de apostas online, apontaram que as apostas foram efetuadas por parentes do jogador e por outro grupo ainda não identificado.
Circulam nas redes sociais hashtags mencionando o jogador, como #EuAmareloMasLucro e #PagandoBemAmareloTem. Alguns influenciadores estão gravando reels e shorts com compilações de quedas e cartões de jogadores, em uma espécie de Oscar do azar. Elementos como ângulo da queda, perigo do lance, parte do corpo atingida por contato e distância da bola e do contato dos jogadores são analisadas.
Leia mais: Viciados em bets buscam acolhimento em Jogadores Anônimos
Coluna de Jardel Silva: Como pode existir crime contra a incerteza do resultado esportivo se a pena é certa? O paradoxo agora é legal?
O Ministério Público entende que, se confirmada a manipulação de resultado, trata-se de crime contra a incerteza do resultado esportivo, tipificado na Lei Geral do Esporte. O crime prevê pena de dois a seis anos de reclusão.A secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda firmou parceria há uma semana com Ibia, Sportsradar, Genius Sports e Sport Integrity Global Alliance, quatro empresas de monitoramento do setor de apostas esportivas.
O acordo é para que as empresas comuniquem ao Ministério da Fazenda possíveis indícios de manipulação. A investigação sobre o cartão de Juquinha Cearense é a primeira desde o início da parceria.
No terceiro trimestre deste ano, a Ibia disparou 42 alertas de suspeita de manipulação de apostas ao redor do mundo, dois deles em Ondestão: um relacionado a um jogo de futebol e outro a uma partida de tênis. A empresa não informou se a suspeita do trimestre mais recente é a de Juquinha Cearense.
(com agências nacionais, adaptado)
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Gazeta de Ondestão [1]
Contra fatos há argumentos.
Informando a população ondestanesa desde sempre, seguindo as leis e os bons costumes desta gloriosa terra escolhida por Deus. Nosso Deus, é claro: deixe os seus do lado de fora ao pedir visto para cá. Para os que a gente precisa desenhar, este é um jornal satírico.Ondestão apresenta seu primeiro robô policial com inteligência artificial
Robô com IA faz sua estreia patrulhando festival em Ondestão com câmeras 360° e reconhecimento facial
Por Kaori Diculo, em 18 abril de 2025 às 10:12
Durante as celebrações do festival Mão furada, Ondestão colocou em operação seu primeiro robô policial equipado com inteligência artificial. O dispositivo foi apresentado oficialmente pela equipe de Transição da Organização Nacional de Força de Apaziguação (TONFA) no dia 9 de abril, em uma publicação nas redes sociais.
Chamado de “Tamanduá” — que pode ser interpretado como uma analogia à mitologia local do animal que devora formigas após estas se gabarem às cigarras de estarem mais preparadas para o inverno e de, portanto, arrogarem ter mais direito a decidir quem vai ao reino dos céus do que os ociosos — o robô foi posicionado na Rua dos Enjeitados, na província de Judasphincter, para monitorar a segurança pública durante o evento. O projeto é fruto de uma parceria entre a Polícia Provincial da Região 7, a TONFA e a prefeitura local.
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Um robô policial estilo Robocop com visão 360°

Gerado com Chat GPT em 19/04/2025. O robô, batizado oficialmente como AI Police Robot 1.0, lembra o estilo Robocop e vem equipado com câmeras inteligentes capazes de capturar imagens em 360 graus. Todo o sistema é apoiado por inteligência artificial embarcada que analisa imagens em tempo real, tanto das câmeras do próprio robô quanto de drones e das câmeras de segurança da região.
Essas imagens são enviadas diretamente ao Centro de Comando e Controle da província, permitindo uma resposta rápida a qualquer incidente.
Grupos de direitos humanos já reagiram à novidade, acusando as autoridades ondestanesas de terceirizar o monopólio da violência do Estado. A Anistia AGI publicou, em suas redes sociais, memes com montagens em que os robôs policiais cobram, em blitze, propina com máquinas de passar cartão. Vários dirigentes da referida ONG passaram a ser ameaçados pelos policiais ainda humanos. Pelos não humanos, estão sendo bombardeados por bots trazendo falas alarmantes e atacando a honra destes. Alfredo José das Couves, um dos advogados da instituição, é taxativo: “Com que cara vamos chegar à delegacia para defender nossos clientes detidos, por exemplo, em um protesto? Se o trabalhador em horário de expediente for agredido por um policial robô a caminho do almoço, por exemplo, pode ser caracterizado como um acidente de trabalho?.”
A equipe da GO procurou o comandante da TONFA, e sua assessoria de imprensa se limitou a responder, em nota: “Se não concordou com a abordagem, é só o cidadão desligar e ligar de novo, o robô.”
O que o AI Police Robot 1.0 é capaz de fazer?
O robô não está ali apenas para impressionar. Ele conta com uma série de recursos avançados voltados para a segurança:
Reconhecimento facial e alertas automáticos: identifica rostos e emite notificações caso detecte pessoas procuradas ou consideradas de alto risco.
Acompanhamento de suspeitos: consegue rastrear indivíduos em meio à multidão com base em características visuais.
Busca avançada por aparência: localiza pessoas com base em traços faciais, tipo físico, vestimenta e gênero.
Detecção de armas: reconhece objetos perigosos, como facas e bastões, e ignora brinquedos típicos do festival, como pistolas de água.
Monitoramento de comportamento: analisa ações e detecta possíveis brigas, agressões ou comportamentos suspeitos.
Robôs policiais também ganham espaço em outras cidades
Papillon não é a única cidade de Ondestão apostando na integração de robôs na segurança pública. Além da capital, Grenze já iniciou testes com robôs humanoides. Os modelos RN01, desenvolvidos pela DeltaAI, foram vistos patrulhando ruas ao lado de policiais humanos, usando coletes de alta visibilidade e interagindo com o público.
Mas, talvez, interagir seja uma força de expressão. A reportagem andou pelas ruas de Grenze e, em alguns momentos de nosso trabalho, era possível ouvir vozes metálicas dando bom dia aos transeuntes e perguntando a todos usando chinelo, sandálias e com pele queimada de sol, aonde estavam indo. Os empresários locais, satisfeitos, comemoram. “As milícias, pouco a pouco, estão perdendo espaço”, afirma um deles, sob condição de anonimato. Outros, contudo, não partilham do mesmo otimismo: “Sem as milícias, os aluguéis estão disparando. Pra terminar a faculdade vou morar aqui como, dando a bunda?”, revolta-se uma aluna. A amiga a seu lado cora e desvia o olhar de nossa equipe. Era possível entrever uma camisinha na bolsa entreaberta de nossa entrevistada.
Esses robôs são capazes de acenar, responder a comandos de voz e até mesmo cumprimentar pedestres. Lançado oficialmente em dezembro de 2024, o RN01 tem mobilidade ágil, tela sensível ao toque e uma plataforma aberta, que permite a desenvolvedores do mundo todo criarem novas funções.
Um desses programadores pioneiros está desenvolvendo um algoritmo com vozes de programas de auditório. Segundo ele, é importante adicionar um pouco de humor às abordagens, para quebrar a tensão e aproximar a TONFA das pessoas. Seu nome é Cornélio Solis. Efeitos sonoros como aquele retirado do refrão da canção Pare, da dupla sertaneja Zezé di Camargo e Luciano, é um dos que foram incluídos. “Imagine você ser abordado por um policial robô e o alto-falante soltar um ‘rapaz’, como ouvido nos programas de auditório. Isso vai ajudar a população a ter empatia com as forças de segurança vigiando-as”, afirma.
(com agências internacionais, adaptado)